Empresas individuais crescem e viram microempresas
Seg, 19 de Dezembro de 2011 16:38
A lei do empreendedor individual já formalizou mais de 1,6 milhão de pessoas e agora, com um faturamento maior, essas empresas individuais crescem e viram microempresas.
Em Mato Grosso do Sul, mais de 28 mil empreendedores informais já regularizaram seus negócios. É o caso de Letícia Costa de Andrade Brito, uma artesã que produz bonecos de pelúcia. Ela começou o trabalho sozinha. E um ano depois, já emprega três costureiras, duas auxiliares e viu o faturamento aumentar 800%. “Eu me sinto realizada com isso que eu faço, eu adoro, eu fiz de um hobby uma profissão”, diz Letícia.
A trajetória de Letícia Andrade foi acompanhada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (Sebrae) desde a formalização como empreendora individual até a transformação em microempresa.
“A gente acredita que dentro da formalização, o Sebrae está exercendo um papel de propiciar que este empreendedor cresça e possa ser uma empresa, uma empresa do Simples Nacional, uma empresa crescendo cada vez mais”, diz Tito Estanqueiro, do Sebrae.
O produto se destaca pela qualidade. A empreendedora usa o melhor tecido, os aviamentos mais resistentes. Ela fornece os produtos para duas lojas. E também faz a decoração completa de festas infantis. Cada boneco é feito com as características que o cliente pede. Mas a empresária quer desenvolver uma coleção com personagens exclusivos. Ela já está até desenhando alguns modelos, que chegam ao mercado em breve.
“Você vê urso parecido em vários lugares. E eu desenhando e montando com nome vai ser só aqui que eu vou ter a exclusividade mesmo”, diz.
Empreendedor individual é quem fatura até R$ 60 mil por ano, tem apenas um funcionário e não é sócio de outra empresa. A formalização é gratuita e pode ser feita pela internet, no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br.
Foi o caminho adotado em Santa Catarina pela designer de bijuterias Rafaela Andrade.
O atelier funciona em São José, na Grande Florianópolis. Rafaela também já ultrapassou o limite de faturamento e virou microempresa. O foco da empreendedora é criar acessórios de moda que combinem com qualquer roupa. As bijuterias de luxo são produzidas com metais banhados em ouro.
Esse par de brincos, por exemplo. Se você gostou, precisa comprar logo, porque a empresa só fabrica dez unidades de cada modelo. Daqui já saíram 4 mil produtos parecidos, mas completamente diferentes. São cinco modelos novos por semana.
“Como elas são montadas peças por peças. Só de tu modificar a ordem da montagem de cada brinco já está formando uma nova peça”, diz Rafaela.
Com a formalização, ela fez vários cursos do Sebrae. Aprendeu a planejar o negócio, melhorar as vendas, a definir o preço das bijuterias. Numa feira do empreendedor, conheceu e contratou representantes comerciais que hoje representam a marca. Os produtos já são vendidos em 100 lojas de Santa Catarina. E agora chegam à internet. “A expectativa da empresa é para o primeiro ano é um aumento de vendas de 30% e para o segundo ano, aumentar mais 25% a 30%”, diz.
Em Santa Catarina, 52 mil pessoas formalizaram seus empreendimentos individuais. E a meta do Sebrae é que eles sigam o exemplo de Rafaela Andrade e transformem o negócio numa microempresa.
“O grande objetivo do empreendedor individual, dessa nova categoria, é de incluir as pessoas, incluir o empreendedor na atividade econômica formal. E também que ele evolua, que ele cresça. Então, é natural que o empreendedor individual, a partir de um momento, ele já não se enquadre mais e ele tenha que optar por ser uma microempresa. Então, e depois uma pequena empresa. E para cada momento da vida empresarial existe uma solução adequada à necessidade de capacitação e de conhecimento gerencial desse empresário”, sugere Soraya Tonelli, do Sebrae de Florianópolis.

A lei do empreendedor individual já formalizou mais de 1,6 milhão de pessoas e agora, com um faturamento maior, essas empresas individuais crescem e viram microempresas.

Em Mato Grosso do Sul, mais de 28 mil empreendedores informais já regularizaram seus negócios. É o caso de Letícia Costa de Andrade Brito, uma artesã que produz bonecos de pelúcia. Ela começou o trabalho sozinha. E um ano depois, já emprega três costureiras, duas auxiliares e viu o faturamento aumentar 800%. “Eu me sinto realizada com isso que eu faço, eu adoro, eu fiz de um hobby uma profissão”, diz Letícia.

A trajetória de Letícia Andrade foi acompanhada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro ePequenas Empresas (Sebrae) desde a formalização como empreendora individual até a transformação em microempresa.

“A gente acredita que dentro da formalização, o Sebrae está exercendo um papel de propiciar que este empreendedor cresça e possa ser uma empresa, uma empresa do Simples Nacional, uma empresa crescendo cada vez mais”, diz Tito Estanqueiro, do Sebrae.

O produto se destaca pela qualidade. A empreendedora usa o melhor tecido, os aviamentos mais resistentes. Ela fornece os produtos para duas lojas. E também faz a decoração completa de festas infantis. Cada boneco é feito com as características que o cliente pede. Mas a empresária quer desenvolver uma coleção com personagens exclusivos. Ela já está até desenhando alguns modelos, que chegam ao mercado em breve.

“Você vê urso parecido em vários lugares. E eu desenhando e montando com nome vai ser só aqui que eu vou ter a exclusividade mesmo”, diz.

Empreendedor individual é quem fatura até R$ 60 mil por ano, tem apenas um funcionário e não é sócio de outra empresa. A formalização é gratuita e pode ser feita pela internet, no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br.

Foi o caminho adotado em Santa Catarina pela designer de bijuterias Rafaela Andrade.O atelier funciona em São José, na Grande Florianópolis. Rafaela também já ultrapassou o limite de faturamento e virou microempresa. O foco da empreendedora é criar acessórios de moda que combinem com qualquer roupa. As bijuterias de luxo são produzidas com metais banhados em ouro.

Esse par de brincos, por exemplo. Se você gostou, precisa comprar logo, porque a empresa só fabrica dez unidades de cada modelo. Daqui já saíram 4 mil produtos parecidos, mas completamente diferentes. São cinco modelos novos por semana.

“Como elas são montadas peças por peças. Só de tu modificar a ordem da montagem de cada brinco já está formando uma nova peça”, diz Rafaela.

Com a formalização, ela fez vários cursos do Sebrae. Aprendeu a planejar o negócio, melhorar as vendas, a definir o preço das bijuterias. Numa feira do empreendedor, conheceu e contratou representantes comerciais que hoje representam a marca. Os produtos já são vendidos em 100 lojas de Santa Catarina. E agora chegam à internet. “A expectativa da empresa é para o primeiro ano é um aumento de vendas de 30% e para o segundo ano, aumentar mais 25% a 30%”, diz.

Em Santa Catarina, 52 mil pessoas formalizaram seus empreendimentos individuais. E a meta do Sebrae é que eles sigam o exemplo de Rafaela Andrade e transformem o negócio numa microempresa.

“O grande objetivo do empreendedor individual, dessa nova categoria, é de incluir as pessoas, incluir o empreendedor na atividade econômica formal. E também que ele evolua, que ele cresça. Então, é natural que o empreendedor individual, a partir de um momento, ele já não se enquadre mais e ele tenha que optar por ser uma microempresa. Então, e depois uma pequena empresa. E para cada momento da vida empresarial existe uma solução adequada à necessidade de capacitação e de conhecimento gerencial desse empresário”, sugere Soraya Tonelli, do Sebrae de Florianópolis.


PEGN TV / G1 Economia
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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) de Santa Catarina criou o programa Juro Zero para os microempreendedores individual (MEIs). Com o Juro Zero, a SDE promove o crescimento econômico do Estado, atuando junto à base da economia. O programa está presente em 100% do território catarinense, com mais de R$ 260 milhões concedidos em linhas de crédito.

 
  
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